Tendências de RH para 2026: o que os gestores precisam saber
Em 2026, RH deixa papel administrativo e se torna estratégico: gestores usarão IA, people analytics e modelos híbridos para desenvolver talentos e medir impacto nos resultados.
Rodrigo Machado 9 min de leitura
Tendências de RH 2026 definem as principais mudanças e práticas que orientarão a atuação dos Recursos Humanos neste ano, como adoção de IA, uso de people analytics, modelos de trabalho híbrido e foco na saúde mental. Gestores precisam revisar processos, investir em métricas e capacitação para transformar o RH de função administrativa em área estratégica, capaz de gerar impacto direto nos resultados da empresa.
Principais tendências de RH 2026
- Adotar IA e people analytics para decisões mais precisas e personalização da jornada do colaborador.
- Automatizar processos para liberar tempo a atividades estratégicas e de desenvolvimento.
- Estruturar modelos híbridos/presenciais conforme área e cultura para fortalecer cultura e colaboração.
- Priorizar saúde mental nas estratégias de RH, alinhando ações à NR1.
- Desenvolver gestores com habilidades técnicas, analíticas e humanas, incluindo fluência em IA.
- Mensurar impacto das iniciativas de RH por meio de métricas de desempenho e resultados organizacionais.
Para isso, terão de transformar seu modelo operacional e assistencialista, automatizando processos e liberando mais tempo para questões estratégicas e de desenvolvimento de colaboradores focados no objetivo das estratégias das organizações, segundo o CEO da InCicle e especialista em gestão de pessoas focada em resultados, Rafael Giupponi (CEO da InCicle).
Ele ressalta que adotar novas tecnologias, como IA e people analytics, será crucial para enfrentar os desafios futuros e melhorar o desempenho organizacional. Para ele, transformar o RH em um motor de resultados tangíveis será essencial para o sucesso das empresas a curto e médio prazos, permitindo que se posicionem de maneira mais competitiva no mercado.
“Com a IA, a flexibilidade no trabalho, o foco em competências e a integração entre humanos e tecnologia, os gestores de RH terão um papel essencial na construção de um RH extraordinário, capaz de promover a transformação organizacional e impulsionar equipes para atuação estratégica”, explica.

Incicle: colaboração entre humanos e máquinas será prioridade. Gestores de RH e outras áreas precisarão explorar tanto o potencial humano quanto as capacidades de utilização da IA, preparando seus profissionais para trabalhar com as novas tecnologias.
“Essa transformação exige que as empresas se preparem para diferentes cenários de trabalho e adaptem seus modelos de força de trabalho, garantindo que os profissionais estejam prontos para colaborar de forma eficiente por meio da IA.”
Outra pesquisa, que serve como termômetro para as tendências, mostra que a tecnologia é vista como um elemento essencial para a personalização da experiência do colaborador. Conduzido por Cajuína entre 25 de setembro e 20 de outubro de 2025, o levantamento ouviu 205 profissionais. De acordo com os resultados, Pesquisa Cajuína (77,3%): impacto das soluções digitais na criação de uma experiência mais individualizada e integrada, enquanto apenas 1% afirma que a tecnologia não contribui para esse processo.
“A personalização da jornada de desenvolvimento do colaborador, por meio de ferramentas como people analytics, possibilita que os gestores de RH identifiquem padrões de engajamento e antecipem riscos, como a rotatividade de talentos. Isso vai além da avaliação de desempenho tradicional, criando planos de desenvolvimento mais eficazes e assertivos, totalmente alinhados com as necessidades individuais e os resultados desejados para o negócio”, explica Giupponi.

Outra tendência apontada, segundo o especialista, é o retorno cada vez mais ao presencial ou a adoção de modelos híbridos mais estruturados, que exigem mais dias no escritório para fortalecer a cultura organizacional, promover a colaboração e garantir o controle operacional. No entanto, essa dinâmica varia conforme a área e a empresa, gerando intensos debates sobre o futuro do trabalho flexível, garante ele.
“Embora o trabalho remoto continue sendo uma opção para muitos profissionais, o equilíbrio entre flexibilidade e presença física será crucial. As empresas precisam encontrar formas de integrar essas abordagens de maneira que promovam resultados concretos, sem perder a essência da colaboração e da cultura organizacional.”
Giupponi ressalta que, em 2026, o aprimoramento do perfil do gestor de RH deverá se concentrar na combinação de habilidades técnicas e humanas, analíticas e emocionais, com ênfase tanto no estratégico quanto no operacional. Esse perfil exigirá um equilíbrio entre competências como comunicação clara, pensamento crítico, gestão de crises, negociação, análise de dados, fluência em IA, além da capacidade de aprender, ensinar e liderar. A consciência cultural e a habilidade para resolver problemas complexos também serão essenciais.
“O RH será ainda mais voltado para o desenvolvimento de competências, alinhado às necessidades das estratégicas organizações. A temática da saúde mental, especialmente com a implementação da NR1, ganhará destaque nas estratégias, sendo essencial para promover ambientes de trabalho saudáveis, reduzir o absenteísmo e melhorar a produtividade”, afirma.
Integrar essas novidades de maneira eficaz será essencial para a inovação e o sucesso das empresas, afirma o especialista, destacando que os gestores de RH desempenham um papel crucial nesse processo. “O grande desafio será implementar inovações que realmente tragam valor ao desenvolvimento das pessoas e ao desempenho organizacional, ao mesmo tempo em que, acima de tudo, devem estar alinhados aos objetivos estratégicos e saibam mensurar o impacto dessas ações nos resultados financeiros da empresa”, finaliza.
Tendências de RH 2026 são as mudanças e práticas que orientarão a atuação dos Recursos Humanos em 2026, incluindo a adoção de IA, people analytics, modelos de trabalho híbrido e maior atenção à saúde mental. Gestores devem revisar processos, investir em métricas e capacitação para transformar o RH de função administrativa em área estratégica com impacto direto nos resultados da empresa.
Para isso, terão de transformar seu modelo operacional e assistencialista, automatizando processos e liberando mais tempo para questões estratégicas e de desenvolvimento de colaboradores focados no objetivo das estratégias das organizações, segundo o CEO da InCicle e especialista em gestão de pessoas focada em resultados, Rafael Giupponi.
Ele ressalta que adotar novas tecnologias, como IA e people analytics, será crucial para enfrentar os desafios futuros e melhorar o desempenho organizacional. Para ele, transformar o RH em um motor de resultados tangíveis será essencial para o sucesso das empresas a curto e médio prazos, permitindo que se posicionem de maneira mais competitiva no mercado.
“Com a IA, a flexibilidade no trabalho, o foco em competências e a integração entre humanos e tecnologia, os gestores de RH terão um papel essencial na construção de um RH extraordinário, capaz de promover a transformação organizacional e impulsionar equipes para atuação estratégica”, explica.

A colaboração entre humanos e máquinas será uma prioridade nos primeiros meses deste ano. Gestores de RH e outras áreas precisarão explorar tanto o potencial humano quanto as capacidades de utilização da IA, preparando seus profissionais para trabalhar com as novas tecnologias.
“Essa transformação exige que as empresas se preparem para diferentes cenários de trabalho e adaptem seus modelos de força de trabalho, garantindo que os profissionais estejam prontos para colaborar de forma eficiente por meio da IA.”
Outra pesquisa, que serve como termômetro para as tendências, mostra que a tecnologia é vista como um elemento essencial para a personalização da experiência do colaborador. Conduzido por Cajuína entre 25 de setembro e 20 de outubro de 2025, o levantamento ouviu 205 profissionais. De acordo com os resultados, 77,3% destacam o impacto positivo das soluções digitais na criação de uma experiência mais individualizada e integrada, enquanto apenas 1% afirma que a tecnologia não contribui para esse processo.
“A personalização da jornada de desenvolvimento do colaborador, por meio de ferramentas como people analytics, possibilita que os gestores de RH identifiquem padrões de engajamento e antecipem riscos, como a rotatividade de talentos. Isso vai além da avaliação de desempenho tradicional, criando planos de desenvolvimento mais eficazes e assertivos, totalmente alinhados com as necessidades individuais e os resultados desejados para o negócio”, explica Giupponi.

Outra tendência apontada, segundo o especialista, é o retorno cada vez mais ao presencial ou a adoção de modelos híbridos mais estruturados, que exigem mais dias no escritório para fortalecer a cultura organizacional, promover a colaboração e garantir o controle operacional. No entanto, essa dinâmica varia conforme a área e a empresa, gerando intensos debates sobre o futuro do trabalho flexível, garante ele.
“Embora o trabalho remoto continue sendo uma opção para muitos profissionais, o equilíbrio entre flexibilidade e presença física será crucial. As empresas precisam encontrar formas de integrar essas abordagens de maneira que promovam resultados concretos, sem perder a essência da colaboração e da cultura organizacional.”
Giupponi ressalta que, em 2026, o aprimoramento do perfil do gestor de RH deverá se concentrar na combinação de habilidades técnicas e humanas, analíticas e emocionais, com ênfase tanto no estratégico quanto no operacional. Esse perfil exigirá um equilíbrio entre competências como comunicação clara, pensamento crítico, gestão de crises, negociação, análise de dados, fluência em IA, além da capacidade de aprender, ensinar e liderar. A consciência cultural e a habilidade para resolver problemas complexos também serão essenciais.
“O RH será ainda mais voltado para o desenvolvimento de competências, alinhado às necessidades das estratégicas organizações. A temática da saúde mental, especialmente com a implementação da NR1, ganhará destaque nas estratégias, sendo essencial para promover ambientes de trabalho saudáveis, reduzir o absenteísmo e melhorar a produtividade”, afirma.
Integrar essas novidades de maneira eficaz será essencial para a inovação e o sucesso das empresas, afirma o especialista, destacando que os gestores de RH desempenham um papel crucial nesse processo. “O grande desafio será implementar inovações que realmente tragam valor ao desenvolvimento das pessoas e ao desempenho organizacional, ao mesmo tempo em que, acima de tudo, devem estar alinhados aos objetivos estratégicos e saibam mensurar o impacto dessas ações nos resultados financeiros da empresa”, finaliza.
Resumo prático: takeaways
Adotar IA e people analytics para decisões mais precisas e personalização da jornada do colaborador.
Revisar e automatizar processos para liberar tempo a atividades estratégicas.
Estruturar modelos de trabalho híbrido/presencial conforme área e cultura da empresa.
Priorizar saúde mental nas estratégias, alinhando-se a normas como a NR1.
Desenvolver gestores com combinação de habilidades técnicas, analíticas e humanas.
Mensurar impacto das iniciativas de RH em métricas de desempenho e resultados organizacionais.
Perguntas frequentes sobre tendências de RH 2026
Quais benefícios a IA traz para a gestão de RH em 2026?
A IA permite decisões mais precisas com base em dados, automação de tarefas administrativas e liberação de tempo para atividades estratégicas. Segundo o texto, isso ajuda a transformar o RH em um motor de resultados tangíveis, melhorando desempenho organizacional e alinhamento das ações de pessoas aos objetivos do negócio.
Como aplicar people analytics para personalizar a jornada do colaborador?
People analytics viabiliza identificar padrões de engajamento e antecipar riscos como rotatividade. O texto indica uso de métricas para criar planos de desenvolvimento alinhados a necessidades individuais e metas do negócio, tornando a gestão mais assertiva que a avaliação de desempenho tradicional.
Como estruturar modelos híbridos sem perder cultura organizacional?
O texto recomenda modelos híbridos mais estruturados, com mais dias no escritório quando necessário, para fortalecer cultura, promover colaboração e garantir controle operacional. Também afirma que a dinâmica varia conforme área e empresa, exigindo equilíbrio entre flexibilidade e presença física para resultados concretos.
De que forma a saúde mental deve entrar nas estratégias de RH em 2026?
A saúde mental deve ser prioridade nas estratégias de RH, alinhada a normas como a NR1. O texto afirma que isso é essencial para promover ambientes de trabalho saudáveis, reduzir absenteísmo e melhorar produtividade, integrando ações preventivas e de desenvolvimento aos objetivos organizacionais.
Quais competências os gestores de RH precisam desenvolver para 2026?
Gestores devem combinar habilidades técnicas e humanas: comunicação clara, pensamento crítico, gestão de crises, negociação, análise de dados e fluência em IA. Também é necessária capacidade de aprender, ensinar e liderar, além de consciência cultural e habilidade para resolver problemas complexos, segundo o texto.
Principais ações para gestores
- Adotar IA e people analytics para decisões mais precisas e personalização da jornada do colaborador.
- Revisar e automatizar processos operacionais para liberar tempo às atividades estratégicas.
- Estruturar modelos híbridos/presenciais conforme área e cultura, buscando equilíbrio entre flexibilidade e presença.
- Priorizar saúde mental nas estratégias de RH e alinhar ações a normas como a NR1.
- Desenvolver gestores com habilidades técnicas, analíticas e humanas, incluindo fluência em IA e análise de dados.
- Mensurar o impacto das iniciativas de RH em métricas de desempenho e resultados organizacionais.
Fontes e referências
Materiais verificáveis usados para embasar este conteúdo.
- 1
Declarações de Rafael Giupponi, CEO da InCicle
primáriaInCicle
“Afirma que transformar o RH em motor de resultados, adotar IA e people analytics, integrar humanos e tecnologia, e aprimorar o perfil do gestor de RH serão cruciais em 2026.”
- 2
Pesquisa conduzida por Cajuína (25 set–20 out 2025)
primáriaCajuína
“Levantamento com 205 profissionais que indica 77,3% enxergando impacto positivo de soluções digitais na personalização da experiência do colaborador e 1% dizendo que tecnologia não contribui.”
- 3
NR1 (Norma Regulamentadora 1)
primáriaÓrgão regulatório competente (Ministério do Trabalho ou equivalente)
“Implementação da NR1 elevará a relevância da saúde mental nas estratégias de RH em 2026.”
- 4
Empresa InCicle
primáriaInCicle
“Organização vinculada ao CEO citado, referenciada como especialista em gestão de pessoas focada em resultados.”

Sobre o autor
Rodrigo MachadoJornalista
Jornalista com 20 anos de experiência e editor do Portal RH Extraordinário. Atua na assessoria de imprensa e no posicionamento institucional da InCicle e do CEO Rafael Giupponi, além de produzir o podcast A Quarta Cadeira. Escreve sobre Gestão de Pessoas, tecnologia, comunicação e futuro do trabalho.
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