Sem feedback contínuo, a cultura organizacional está condenada
Rodrigo Machado 2 min de leitura
Imagina você entrar em uma reunião de equipe e perceber algum tipo de desconforto no ar. Ninguém sabe ao certo se está indo bem, o que precisa melhorar ou qual direção seguir. A liderança até tenta motivar, mas falta alinhamento e até mesmo apoio do RH. Essa cena, infelizmente, ainda é comum em muitas empresas e revela a ausência de uma cultura de feedback contínuo.
A falta de retorno estruturado e frequente pode colocar os resultados do negócio em xeque, minar o engajamento dos colaboradores, afetar o desempenho e gerar ruídos na comunicação interna, aponta Rafael Giupponi, especialista em gestão de pessoas com foco em resultados e CEO da InCicle.
Segundo Giupponi, um levantamento realizado pela Harvard Business Review revelou que 79% dos profissionais acreditam que receber feedback de forma regular melhora seu desempenho.
“Empresas que não tratam o feedback como parte da rotina correm o risco de perder talentos e oportunidades de evolução, mas o pior é comprometer os resultados de toda a organização pelo simples fato de não dar um retorno ao colaborador sobre sua performance em geral, estimulando o aprimoramento”, afirma.
A boa notícia é que esse cenário pode ser transformado com o apoio da tecnologia e de práticas modernas de gestão. Soluções inovadoras criadas pela startup InCicle têm ajudado empresas de todos os portes a estabelecer uma comunicação mais transparente e eficiente com seus times.
“Desenvolver uma cultura de feedback não precisa ser complicado. Com a tecnologia certa, é possível transformar a comunicação e impulsionar a performance da equipe. Por exemplo, criar eventos de feedback entre colaboradores, por setor, cargo ou empresa inteira e até mesmo compartilhar avaliações recebidas na rede social interna da empresa, incentivando a transparência e o reconhecimento”, afirma.
Mais do que corrigir rotas, o feedback contínuo é uma ponte para o crescimento mútuo entre gestores e colaboradores. “Quando é constante e estruturado, ele se torna parte da cultura da organização e fortalece as relações, além de promover um clima organizacional saudável”, conclui Giupponi.

Sobre o autor
Rodrigo MachadoJornalista
Rodrigo Machado é jornalista com 20 anos de experiência e editor do Portal RH Extraordinário. Atua na assessoria de imprensa e no posicionamento institucional da InCicle e do CEO Rafael Giupponi, além de produzir o podcast A Quarta Cadeira. Escreve sobre Gestão de Pessoas, tecnologia, comunicação e futuro do trabalho.
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