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Por que a gestão por competências virou prioridade máxima?

A gestão por competências e habilidades já não é mais uma tendência, mas sim uma  questão de sobrevivência para as empresas. É o que revela uma pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas), que expõe um cenário preocupante. Segundo o levantamento, 67% das organizações enfrentam dificuldade para encontrar profissionais qualificados e 45% mantêm vagas abertas por falta de candidatos preparados. 

Esses dados evidenciam um descompasso cada vez maior entre o que as empresas demandam e o que os profissionais de fato entregam e colocam a gestão por competências no centro das prioridades estratégicas.

“Implementar a metodologia não é mais uma escolha, mas sim uma necessidade para qualquer empresa que queira performance consistente em um ambiente de crescimento acelerado”, afirma Rafael Giupponi, CEO da InCicle e especialista em gestão de pessoas focada em resultados.

Nesse contexto, a pergunta que se impõe às lideranças é por onde começar? 

Mapear quais competências técnicas, comportamentais e de resultado sustentam o plano de negócios é o primeiro passo para transformar o gerenciamento de pessoas em um sistema vivo de desenvolvimento e não apenas em um calendário de treinamentos isolados. “A grande virada acontece quando a empresa para de treinar por modismo ou demanda pontual e passa a desenvolver competências mapeadas, com indicadores claros de evolução”, afirma.  

É justamente a partir daí que softwares especializados como a nova geração desenvolvida pela InCicle ganham protagonismo por facilitar o mapeamento, a avaliação e o desenvolvimento de habilidades e comportamentos dos colaboradores, conectando tudo isso aos objetivos estratégicos da organização. 

Por que a gestão por competências virou prioridade máxima?

“Na prática, o módulo permite identificar, desenvolver e maximizar o potencial de cada profissional, o que se traduz em aumento real de produtividade e melhores decisões. Em vez de planilhas dispersas e avaliações subjetivas, a empresa passa a contar com um fluxo estruturado. Mapeia as competências essenciais por cargo, aplica avaliações em diferentes perspectivas (como 90º, 180º e 360º), gera relatórios completos em poucos minutos, enxerga pontos fortes e fracos de cada colaborador e direciona a planos de desenvolvimento baseados em dados, não em impressões”, afirma Giupponi. 

Ao adotar essa abordagem, a gestão por competências deixa de ser um conceito teórico e se transforma em uma rotina concreta de gestão. Com o módulo da InCicle, RHs e gestores podem criar qualquer tipo de avaliação ou utilizar modelos já disponíveis na plataforma, tornando o processo escalável, mesmo em empresas com grande número de colaboradores.

“Questionários próprios da empresa podem ser facilmente inseridos no sistema, assim como é possível aproveitar um banco de instrumentos construído por especialistas em gestão de pessoas. Mais do que medir, nós ajudamos o gestor a enxergar a história por trás dos dados”, conta. “ Os relatórios gerados em poucos minutos, independentemente do número de avaliados, entregam uma radiografia precisa de cada profissional, destacando pontos fortes, fragilidades e aderência às competências-chave da função”, completa.  

Para as empresas que desejam alinhar desempenho, desenvolvimento e estratégia, soluções como a Gestão por Competências da startup deixam de ser um recurso opcional e se tornam parte do próprio motor do negócio movido por dados, foco em resultados e, principalmente, pelo desenvolvimento intencional das pessoas certas, nas competências certas, no momento certo. 

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