75% dos projetos falham: o que isso revela sobre a sua gestão?
Você já parou para pensar quanto tempo e dinheiro a sua empresa perde com projetos que não saem como o esperado
Rodrigo Machado 2 min de leitura
Você já parou para pensar quanto tempo e dinheiro a sua empresa perde com projetos que não saem como o esperado?
Encontrei uma pesquisa do Project Management Institute (PMI), que aponta que 75% dos projetos fracassam por falta de planejamento claro. Além disso, equipes sem um sistema estruturado de gestão chegam a perder, em média, 30% do tempo com retrabalho, desalinhamento e dificuldade para acessar informações.
É por isso que sempre falo que o sucesso de um projeto não está na genialidade da ideia, mas na eficácia da gestão que alinha recursos, coordena equipes e antecipa desafios, transformando potencial em realidade.
Metodologias como Kanban e gráfico de Gantt deixam de ser conceitos teóricos e se tornam aliadas práticas do RH, líderes e gestores. O Kanban, com seus quadros visuais e cartões, permite acompanhar o fluxo de trabalho de ponta a ponta, trazendo transparência sobre o que está em andamento, o que foi concluído e o que ainda precisa começar. Já o gráfico de Gantt funciona como um mapa visual do projeto, mostrando quando cada fase deve começar e terminar, garantindo que todos trabalhem alinhados e dentro do prazo. Complementando esse arsenal, ferramentas como 5W2H e o método QQQ (Qualidade, Quantidade e Questões) trazem profundidade ao planejamento, clareza nas responsabilidades e análise de riscos.
Plataformas como o Gerenciador de Projetos da InCicle integram essas metodologias em uma única interface, permitindo alternar entre Kanban, Gantt, 5W2H e painéis de eficiência com um clique. Com dados claros e ferramentas flexíveis, o time trabalha com mais foco, menos retrabalho e muito mais previsibilidade. Para mim, a gestão de projetos não é só sobre cumprir prazos, mas sobre construir uma cultura de responsabilidade coletiva e execução impecável.
👉 E na sua organização: a gestão de projetos hoje é estruturada e orientada por dados, ou ainda depende de esforços dispersos, planilhas manuais e muita “boa vontade” da equipe para dar certo?

Sobre o autor
Rodrigo MachadoJornalista
Jornalista com 20 anos de experiência e editor do Portal RH Extraordinário. Atua na assessoria de imprensa e no posicionamento institucional da InCicle e do CEO Rafael Giupponi, além de produzir o podcast A Quarta Cadeira. Escreve sobre Gestão de Pessoas, tecnologia, comunicação e futuro do trabalho.
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